
O Banco Master, que está no epicentro de uma série de denúncias investigadas pela Polícia Federal e que implicam em fraude bilionárias, patrocinou o maringaense Felipe Drugovich em 2023. Ele se tornou o primeiro piloto brasileiro a ser campeão mundial de Fórmula 2 e tentou a F1, assinando com a Aston Martin F1 Team.
Á época, o Master anunciou que “a convite da XP nos unimos a Aston Martin F1 Team e ao piloto Felipe Drugovich para trazer o Brasil de volta à Fórmula 1”. A escuderia também publicou à época que “mantém parcerias com duas instituições financeiras brasileiras e opera um programa abrangente de testes de Fórmula 1 para o atual campeão da F2, Felipe Drugovich, que faz parte do Programa de Desenvolvimento de Pilotos da equipe”. Não houve referência a valores.
A informação está no site Metrópoles, em matéria de Gabriella Furquim, sob o título “Fórmula 1: Master e XP investiram R$ 26 milhões em piloto que nunca correu”. O maringaense foi confirmado como piloto titular da equipe Andretti na Fórmula E (2025/2026), após três anos como piloto reserva da Astorn Martin na F1, não chegando a realizar nenhuma prova oficial.



