Policial

Têm coisas que só acontecem em Maringá

Homem 'dá calote' em bar, invade calçada com o carro e furta espetinhos antes de fugir

Um homem deu um “calote” em um bar na noite de terça-feira, 20, em Maringá, no norte do Paraná. Antes de fugir, ele invadiu a calçada com o carro e furtou espetinhos de uma churrasqueira que estava em frente ao local.
O caso aconteceu em um estabelecimento do Conjunto Habitacional Cidade Alta. Déverson Ribas é dono do bar e contou que o homem chegou por volta das 23h30, e consumiu bebidas, espetinhos e salgados.

Na hora de pagar a conta, que ficou em torno de R$ 100, o homem disse que precisava voltar ao carro para pegar o celular, pois faria um PIX.
Ele pediu para eu fechar a conta. Eu fechei e fui falar para ele, mas ele disse que ia no carro pegar o celular para fazer o PIX. Eu percebi que ele estava demorando e fui até o carro, mas o vidro tava fechado. Eu abri a porta do carro e percebi que ele estava meio alterado e ficou me olhando. Nisso, ele ligou o carro e deu ré com a porta aberta, foi até o meio da avenida e entrou na contramão. Quando ele voltou, foi por cima da calçada, parou e pegou alguns espetinhos e saiu. Depois ele deu a volta no quarteirão, passou na frente do estabelecimento de novo e saiu cantando pneu“, explicou o dono do bar.

Déverson registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil (PC-PR). Até o momento, o homem não foi encontrado.

Segundo a Polícia Militar, ele poderá responder pelos crimes de estelionato e furto. Por cometer a infração de trânsito gravíssima de dirigir em calçada, ele deverá pagar multa de R$ 880,41 e terá sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
Nesta quinta-feira, 22, o delegado Laércio Fahur da sessão de furtos e roubos da 9ª SDP da Polícia Civil de Maringá, gravou vídeo explicando o suspeito teria 33 anos e que já tem passagens pela delegacia por crimes como furto, direção perigosa, resistência à prisão.
De acordo com o delegado, o suspeito será interrogado e deverá responder por crime de furto e direção perigosa. A pena pode ser superior a 4 anos de prisão. O delegado explica que o homem ainda não foi localizado, e que a Polícia deve representar pela prisão prisão preventiva do suspeito. (inf G1 e O Fato Mga)

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