Advogado de Maringá que matou namorada e ameaçava se suicidar se entregou

No inicio da noite desta quarta-feira (3) chegou ao fim a tragédia envolvendo o advogado Paulo de Carvalho Souza, que matou a facadas a namorada Lucimara Stasiak, de 29 anos e mantinha o corpo dentro de um apartamento em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Ele ameaçava se matar pulando da varanda do sétimo andar do prédio que se encontrava, mas acabou se entregando.
Paulo de Carvalho Souza, inscrito na OAB de Maringá e com escritório na Avenida Cerro Azul, confessou ter matado a namorada. Ele se entregou à polícia após ficar 24 horas sob cerco policial. Neste período, Souza se trancou na sacada do apartamento e ameaçava se suicidar, jogando-se do prédio. O caso chamou a atenção nas redes sociais e programas de notícias do Brasil durante todo o dia.

As negociações com o advogado se arrastaram por mais de 24 horas. A Polícia Militar foi alertada por vizinhos do apartamento onde o casal estava e chegou ao local no final da tarde de terça-feira (2). O advogado confirmou ter matado a namorada a facadas e se trancou na sacada do prédio, ameaçando se atirar.
Durante toda a noite de terça-feira e até o início da noite de ontem (3), a polícia e um grupo de advogados, inclusive o presidente da OAB de Santa Catarina, Rafael Horn, tentaram dissuadir o advogado, mas sem sucesso.

Segundo sites de notícias que acompanharam o caso, a polícia informou que o advogado matou a namorada ainda na quinta-feira da semana passada, 28 de março. Moradores ouviram a briga do casal naquele dia, estranharam o sumiço da jovem e acionaram a polícia que isolou a área do prédio, o edifício Ilha de Paquetá, localizado na Rua 3150.
De acordo com o site visornotícias, de Itapema, cidade vizinha a Balneário Camboriú, Lucimara Stasiak também é advogada em Florianópolis e completou 30 anos um dia antes de ser assassinada. Os policiais confirmaram aos editores do site que a jovem estava em cima da cama do apartamento com vários ferimentos a faca. Para a polícia, o advogado maringaense disse ter “esfaqueado aranhas”. (via O Diario)