Visa escolhe Maringá para implementar o programa Cidades do Futuro

Maringá passa a ser uma Cidade do Futuro, ou melhor, foi escolhida para ser o palco de uma série de iniciativas voltadas ao aumento do uso do cartão e potencialização dos benefícios do pagamento eletrônico tais como segurança, maior formalização da economia, eficiência e conveniência.
Trata-se do mais novo programa da Visa criado em conjunto com parceiros e clientes, como emissores, credenciadores e estabelecimentos comerciais, para incentivar o uso dos meios eletrônicos de pagamento em locais onde ainda predomina o uso do dinheiro em papel, buscando o desenvolvimento local.
Em Maringá, seguindo a metodologia do estudo da Visa “Cidades sem dinheiro em espécie: Compreendendo os benefícios dos pagamentos digitais”, os benefícios de uma maior utilização dos pagamentos eletrônicos seriam transformadores e totalizariam quase R$ 1,1 bilhão* por ano, divididos em:
R$ 79.8 milhões para os consumidores, considerando, entre outros, a economia de tempo entre transações bancárias e no varejo, além de redução de crimes relacionados ao dinheiro em papel;

R$ 528.2 milhões para os estabelecimentos comerciais, incluindo, entre outros, a economia de tempo durante o processamento de pagamentos, aumento de receita por vendas decorrentes de uma maior base de clientes, tanto nas lojas físicas quanto no ambiente online;

E, por fim, R$ 501 milhões para o governo, entre outros, com o aumento das receitas fiscais, do crescimento econômico, redução de custos operacionais.

Além disso, o mesmo estudo prevê que, até 2032, os impactos estimados a longo prazo em Maringá resultantes de alguns benefícios diretos seriam o incremento adicional de 1,7% em empregos, decorrentes da intensificação da atividade econômica, 2,4% de aumento extra nos salários e um crescimento de 0,7% no PIB, além do que seria esperado, gerados pela eficiência com o uso de pagamentos digitais, resultando em um incremento adicional de 1,6% em produtividade.
“Maringá foi escolhida por ser um importante centro regional de desenvolvimento, com forte interesse em inovação, tecnologia e empreendedorismo. Enxergamos um grande potencial no município e queremos, por meio do Cidades do Futuro, levar a população de Maringá, aos estabelecimentos comerciais e ao governo, mais segurança, educação financeira, inovação e, com isso, mais qualidade de vida”, conta Tiago Moherdaui, diretor executivo de Estratégia da Visa do Brasil.

Com o programa Cidades do Futuro, Visa e parceiros irão promover uma série de atividades em Maringá, tais como:
Peça teatral sobre educação financeira ‘Amor À Vista’ para a comunidade, voltada para os jovens com ensinamentos sobre como gerenciar o dinheiro, evitar dívidas e se organizar financeiramente.

Hackathon, evento em formato de competição para engajar o ecossistema de inovação. Terá como objetivo buscar soluções para reduzir o dinheiro circulante em papel moeda na cidade.

Inclusão de uma ONG da cidade ao programa Visa Causas – projeto no qual a Visa faz uma doação a cada pagamento realizado com cartão cadastrado para a instituição ou para a causa que o portador escolher.

‘Festa Cashless’ na cidade de Cafeara em parceria com Sicredi, para inclusão financeira da população e para desmitificar o pagamento eletrônico.

Campanha educacional com clientes do Banco do Brasil e Bradesco, trazendo mensagens que reforçam os benefícios do pagamento eletrônico para a cidade, para a população e estabelecimentos comerciais.
Apoio a entrada de soluções digitais como a VocêQPad – aplicativo que possibilita o pedido e pagamento in-app – facilitando o pagamento de compras nos shoppings e nas universidades da cidade.

Entramos em Maringá com uma extensa campanha reforçando os benefícios do pagamento eletrônico e para apresentar o programa Cidades do Futuro. Isso é só o começo. Ao longo dos próximos meses iremos apresentar novas ações na cidade. Estamos muito atentos à importância de deixar um legado para a população e, por isso, esperamos investir tanto em educação como em projetos que desenvolvam os pagamentos eletrônicos nos transportes públicos e no cenário tecnológico da região”, completa Moherdaui.