Vereador acusa presidente da Câmara

Com votação expressiva o vereador Homero Figueiredo Marchese (PV) chegou a Câmara de Maringá no ano de 2017.
Após passar a campanha eleitoral apoiando o candidato a prefeito Ulisses Maia (PDT) e o vice do seu partido, Edson Scabora, mudou radicalmente sua postura no Legislativo.
Os motivos obscuros de sua mudança são mantidos ainda em segredo, mas nos bastidores da política cogita-se que Figueiredo ficou irritado e contrariado quando exigiu que a administração Ulisses/Scabora mantivesse na pasta da secretaria do Meio Ambiente um nome do partido Verde, após desistência do indicado Professor Joba.
Desde então fez ferrenha oposição a atual administração, muitas vezes criticando projetos apresentados pelo Executivo, como exemplo o vale-alimentação aos servidores públicos municipais, mas diante de pressão dos trabalhadores acabou votando a favor.
Nesse pouco tempo de experiência como legislador conseguiu mentir na Tribuna da Câmara, ao mencionar que era autor de 200 projetos naquela Casa, foi mais longe ao afirmar que o presidente Mário Hossokawa (PP) era mentiroso por entrevista concedida a rádio Jovem Pan. O mesmo vereador em emails acusou um colega da Câmara de ficar com parte dos salários de seus assessores. Quase entrou em vias de fato com o companheiro de partido, vereador Jean Marques, ao acusar irresponsavelmente que a noiva de Marques espalhava por grupos de WhatsApp fatos sobre sua pessoa, atitude esta contemplada ao vereador Homero Figueiredo Marchese que alugou o espaço virtual do MBL para atacar professores e jornalistas da cidade.

Esta semana questionou verba publicitária da Câmara de Vereadores para veículos de comunicação e abominou a contratação de palestrantes  pela Casa Legislativa para ministrarem sobre o tema da Semana da Pátria a alunos da rede pública, entre os palestrantes estavam o deputado constituinte Tadeu França e o jornalista da CBN, Gilson Aguiar.
Em sua postagem no Facebook (foto) associou o fato do jornalista Agnaldo Vieira ter sido recebido pelo presidente em seu gabinete, quis dizer que talvez a verba publicitária da Câmara foi liberada para abafar alguma coisa? Os dias de Figueiredo passam a ser cada vez mais no ostracismo e indagado diariamente por muitos dos seus eleitores que confiaram o voto para que fizesse um trabalho mais eficaz e voltado a população, ao contrário, recebe mensalmente R$ 8.697,21 para atacar em suas redes sociais professores, ativistas LGBT, jornalistas, e até hoje não conseguiu explicar por que contratou um assessor condenado na justiça justamente marcado pelo escândalo da publicidade na gestão do prefeito Jairo Gianoto.