Ciclista, filho de médico maringaense, morre ao ser atropelado por caminhonete

O acidente aconteceu no final da tarde de sábado (27) na marginal da rodovia PR-323 em Maringá. O ciclista Guilherme Barreto, 36 anos, morreu depois de ser atropelado por uma caminhonete GM S10 conduzida por Jean Prina Porfírio de Souza, 30 anos.
De acordo com testemunhas, o ciclista estava na companhia de outros dois amigos no sentido Paiçandu quando o veículo colidiu na bicicleta de Guilherme que morreu na hora.
Uma equipe do Siate com apoio de um médico do Samu estiveram no local mas o rapaz não respirava mais. O condutor, logo após provocar o acidente, se ausentou do local, e após alguns minutos retornou com o veículo. Uma equipe de trânsito da Polícia Militar compareceu no local do óbito pois havia uma suspeita que o motorista estaria com sintomas de embriaguez.


Jean Prina se recusou a realizar o teste do bafômetro, seguindo orientação de seu advogado. Mesmo com a recusa da realização do exame, o motorista foi detido e encaminhado ao plantão da Polícia Civil de Maringá por policiais militares que constataram sinais aparente de embriaguez. Uma testemunha que não era amigo da vítima relatou que a caminhonete trafegava em alta velocidade no momento em que aconteceu o acidente. O corpo do ciclista foi removido ao Instituto Médico Legal.
O acidente será investigado pela Delegacia de Trânsito. Guilherme Barreto era empresário e filho do médico Celso Pereira Barreto .
O corpo de Guilherme Barreto foi cremado na tarde deste domingo (28) no Cemitério Parque.

O Juiz de Direito, Loril Leocádio Bueno Júnior, decretou neste domingo (28) a prisão preventiva do motorista, que passará por uma audiência de custódia na manhã desta segunda-feira (29). O juiz que presidirá a audiência pode conceder a liberdade provisória para Jean, caso isso não ocorra ele permanecerá preso. (inf/foto André Almenara)